acid baby

Pesares.

Apesar desse peso, dessa ansiedade, dessa melancolia, dessa pressa, dessa opressão. Apesar destas lágrimas ácidas e das mordidas ferinas da vida. Apesar dos pesares, eu rio do desespero. Eu rio alto e largo. Porque meu coração ainda bate — tão forte e cheio. Meus sentidos ainda vivem. O sol doura-me a pele, a lua banha-me em sua cor de prata. As cores me atingem. O ar desperta meus pulmões. Apesar de tudo, estou viva. Levanto os olhos ao céu e a imensidão deste mundo sussurra para mim: és ínfima, minúscula e finda — e ainda mais insignificante é tua dor. Reconheço-me pequenina; torno-me gigante.

4 comentários:

  1. Olá Aninha ♥
    É legal ver textos. Que texto bonitinho. Gostei da sua escrita. Pois é tem vezes que temos que sentir isso, não dar significância aos sentimentos ruins e lembrar que estamos vivos para prosseguir.

    Snack Cheese Visite nosso mundinho ~🍇 v i s i t e - n o s🍇

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  2. Oi, td bem?
    Que texto lindo! Apesar de tudo, ainda estamos vivos!
    Beijos
    www.somosvisiveiseinfinitos.com.br

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  3. Uau, Ana, que texto! Tão curto, mas um grande tiro! hahah... Também penso assim, mesmo que eu seja pequena e uma poerinha no mundo, ainda assim sou grande e quero viver.

    Abraços!

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  4. Texto perfeito, quase nunca paramos para sentir (rir) além do que está diante de nós, colocamos barreiras que impedem de ultrapassar as lágrimas, as dores, as partidas, as friezas, os risos, somos pequenos, e ao mesmo tempo somos do tamanho de tudo o que conhecemos.
    amei o seu texto, e o seu blog <3
    www.luaintensa.com.br

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♥ sinta-se à vontade, meu amor, mi casa es su casa. só lembre-se: respeito acima de tudo. ♥