acid baby

Joseph Lorusso


Joseph Lorusso nasceu em Chicago, Illinois, em 1966 e formou-se na American Academy of Art. De descendência italiana, Lorusso foi exposto à arte muito novo. Através de várias viagens à Itália, seus pais apresentaram-no às obras dos mestres italianos. Lorusso teve essas influências ao longo de seu desenvolvimento artístico inicial e eles ainda são evidentes em seu trabalho hoje.
Joseph Lorusso reproduz paisagens e retratos. Concentrou-se em aprimorar seus poderes de observação, especialmente no que diz respeito à cor, textura, forma e composição. As pinturas de Lorusso foram descritas como cálidas e sonhadoras, lugares de fuga reparadora com um sentido de espiritualidade e compartilham atemporalidade com as obras de outras eras.

Vi uma obra desse cara no Tumblr e simplesmente me apaixonei. Busquei por seu nome e cheguei ao portfólio, me apaixonando ainda mais por seu trabalho. Suas pinturas me trouxeram uma sensação tão incrível, devo admitir que há tempos um pintor não me tocava assim. Não houve sequer uma obra que eu não pudesse olhar por horas! Gostei tanto que decidi apresentá-lo à vocês. Escolhi com muita dificuldade as pinturas que mais gostei e coloquei aqui.  Espero que gostem tanto quanto eu. Acho que as telas combinam com a música ♥


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Pesar


 É como se nenhuma das coisas que eu amei me abandonasse. Mesmo quando declaro óbito ao sentimento, com documento assinado e certeza absoluta, há sempre um fantasma que volta para me atormentar. 
 É como se a intensidade que eu ponho nas coisas fizesse tudo durar muito, durar até depois do fim.  É como se sempre houvesse um resquício de tudo que pensei que havia desfeito. 
 Eu não consigo explicar. Mas isso fere e cura. A nostalgia fere e cura. Porque quando eu penso no passado e lembro das pessoas, lugares e das coisas, há uma calma, um sentimento de satisfação por ter participado e feito coisas tão belas, verdadeiras. Mas existe também uma dor, uma pontada, uma faca enferrujada que entra tão lentamente que me tira o ar. Uma voz sussurrante que alerta que aquilo ali foi lindo, mas que já foi, e se foi para não mais voltar. A angústia da consciência de que tudo aquilo não vai se repetir. Eu não sei qual dos dois sentimentos vence.

Speechless

 furyouwithlove-blog:
“Vincent van de Wijngaard
”

 Você nunca vai me dar flores, porque você não acha justo matá-las por uma felicidade momentânea. Você não precisa declamar aos sete cantos do mundo como se sente sobre mim. 

 Isso não é uma reclamação. Eu gosto. 

 Você tem seus próprios modos de se declarar e eu compreendi isso há muito tempo atrás. Foi difícil, mas eu pude entender um dia. São jeitos diferentes, algumas vezes difíceis de captar, mas são tão seus que fazem os clichês românticos serem absolutamente dispensáveis entre nós dois. 
 Eu sinto seu amor por mim quando você quebra a cabeça pra me explicar fatos do universo que nem você mesmo entende bem. Eu sinto seu amor por mim nos seus acordes e nas suas letras, na sua empolgação quando sou a primeira pessoa que você mostra uma nova música que aprendeu a tocar no violão. Eu sinto seu amor por mim quando eu, adormecida nas madrugadas frias, sinto você dispor seu corpo sobre o meu só pra me tornar quente. Eu sinto seu amor por mim quando você aceita passeios entediantes só porque pra mim eles parecem uma boa ideia. Principalmente, eu vejo seu amor por mim na sua íris castanho escuro, enquanto você me observa nos dias comuns, na agradável rotina que nos acompanha. 
 Apesar de, na vida no geral, eu ser extremamente prolixa, eu sempre senti que com você não é preciso. Não é necessário palavras pra dizermos um eu te amo. Basta uma troca de olhares, um encostar, e pronto, está feita a declaração. Acho que é isso que chamam de conexão, não é?



15. Um cover de outro artista.

Esse é o segundo post do 30 music challenge mas ao invés de estar fazendo o segundo tópico da lista, estou fazendo o décimo quinto, porque yo soy rebelde. Vamos lá ♥ 


O que falar de Aurora? Ela é o mais próximo de um anjo que eu já vi. A voz da menina me arrepia inteira e não é raro eu me acabar em lágrimas com suas músicas e interpretações - não porque sua música é triste, mas simplesmente porque é tão bonita! Seus gestos e expressões me emocionam tanto, eu aprecio muito sua voz. Na minha opinião, sua versão de Wrecking Ball é de longe melhor que a versão original. A menina coloca muito sentimento em tudo que faz, e com essa versão da música não foi diferente, ficou muito lindo. ♥


Paixões platônicas


É provavelmente o post mais fútil daqui, mas nem só de cultura e inteligência vive a alma humana, não é? Hoje quis listar os meus crushs televisivos, então, vamos lá. 
(Amor, sei que você nunca vai ler isso mas não leve a sério, ok? Amo você.)

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Rollo Lothbrok, de Vikings: ah, Rollo. Eu poderia colocar o elenco inteiro de Vikings aqui, mas vamos pelos principais. O Rollo foi um ser humano péssimo em trair e deixar o irmão? Um pouco. Ele teve algumas várias atitudes erradas durante a série? Uhum. Mas meu coração o perdoa e dá um espacinho pra ele. Tadinho, teve seus motivos.

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Otto: Eu sei que ele é literalmente mais velho que meu pai, mas o que eu posso fazer? A gente não manda no coração. Além de um charme sem fim, Otto é dono de uma voz tão magnífica e cheia de força que sempre que ouço o timbre dá uma vontade de chorar. Ouçam esse cara e fiquem apaixonados junto comigo.

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Marshall Eriksen, de How I Met Your Mother: Marshal não é exatamente um grande galã ou sei lá, mas como não se apaixonar? Ele é um ser humano tão amável, engraçado e até meio inocente,  totalmente o tipo de pessoa que a gente almeja pra ser pai dos nossos filhos. Marshal é uma graça, gente.

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Alex Turner em 2009: não é como se depois de 2009 ele deixasse de estar entre minhas paixões secretas, mas esse ano foi o auge, com esse cabelinho sobre os olhos, cara de menino e sarcasmo nas entrevistas. Não dá vontade de adotar?! 
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Chidi, de The Good Place: outro que definitivamente não é o maior dos galãs, mas sério, Chidi é inteligente e tão sensível que faz você ficar apaixonada. Sem falar do sorriso, que é uma graça.

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Alfonso, The OA: pra começar, só o nome dele já é muito charmoso (experimente dizer "Alfonso" em voz alta), e ele em si é lindo, além de ter aquele jeito sério e fechado mas tão frágil ao mesmo tempo.


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Por hoje é só, eu acho. Me contem as paixões platônicas de vocês também, um beijo! <3 

1. Uma música com uma cor no título

Esse post faz parte do projeto 30 music challenge {clique aqui pra ver a lista} que vi no blog da Helen e decidi fazer também :)


 Amarelo não é minha cor favorita de todas, mas de certa forma, me atrai de muitas formas. É uma cor que parece que tem vida, que brilha, que chama. Eu sempre pensei que se a felicidade tivesse uma cor, ela ia ser amarela. 
 Yellow não é exatamente uma música alegre ou agitada, mas me passa tranquilidade. É o tipo de música que ouço quando estou triste porque é lenta, mas sutilmente me acolhe, me deixa melhor. Além disso, me traz memórias tão gostosas. Tenho um carinho muito grande pela banda também, e especialmente por essa canção. 

your skin and bones 
turn into something beautiful 
do you know 
you know I love you so?

I swam across 
I jumped across for you 
oh, what a thing to do
cos you were all yellow 
I drew a line 
I drew a line for you 
oh, what a thing to do 
and it was all yellow

Capitães da Areia

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Tendo como cenário as ruas e as areias das praias de Salvador, Capitães da Areia trata da vida de crianças sem família que viviam em um velho armazém abandonado no cais do porto da capital baiana. Os motivos que as uniram eram os mais variados: ficaram órfãs, foram abandonadas, ou fugiram dos abusos e maus tratos recebidos em casa. 

Faz um tempo que acabei o livro Capitães da Areia, mas não escrevi sobre imediatamente porque queria dar também minha opnião sobre o filme da obra, que só assisti esses dias. 
Fico insegura para falar de clássicos, mas gostei tanto do livro de Jorge Amado que me senti obrigada a falar dele aqui. 

 O livro trata da vida de um grupo de meninos de rua que se uniram pelos mais diversos motivos e liderado por Pedro Bala. Os garotos dormem nas ruínas do trapiche, um armazém abandonado e durante o dia, se ocupam de furtos, perambulam, mendigam... Enfim, vivem sua vida de abandono. Apesar de serem meninos, vivem como homens: fumam, bebem, apostam, dormem com mulheres e abusam de meninas, sem falar dos roubos maiores, que eram organizados e feitos por agrupamentos de integrantes do grupo quando solicitado por terceiros. O livro mostra tudo isso, mas em muitos capítulos nos faz ver que essas crianças agem como homens e falam como homens, mas não deixam de ser crianças. 
 No meio do livro, há também a entrada de Dora no bando, uma menina que é encontrada e levada ao trapiche. Mas sobre ela não posso falar muito pois acabarei me excedendo nas palavras. Só direi que é impossível não se apaixonar pela garota, que é cheia de coragem mas também delicada de muitas maneiras. 
 Há também alguns personagens adultos em convívio com os Capitães da Areia, como João de Adão, o doqueiro e Padre José Pedro, um padre bondoso que faz constantes visitas aos meninos. 
 O livro é dividido em três partes, mas antes delas, há uma espécie de pseudo-reportagens e depoimentos, explicando o que é o grupo Capitães da Areia. A primeira parte do livro basicamente nos apresenta os personagens; a segunda parte inicia quando Dora vai para o trapiche e a terceira e última nos diz o rumo que toma os Capitães. 

 A palavra que eu usaria para esse livro seria intensidade. De verdade, que obra intensa. Me peguei sorrindo pra Dora, compartilhando a Fúria de Volta Seca, franzindo as sobrancelhas pra Pedro Bala. Você sente e imagina perfeitamente cada cena que Jorge Amado retrata. Só de falar desse livro, meu coração já palpita e estremece.
  O livro é muito atual. Tem muito da nossa realidade, bem crua e nua. Você se pega reformulando pensamentos e revendo conceitos, engolindo em seco quando entra em contato com a realidade dessas crianças. É um livro de fácil e rápida leitura e a linguagem é bem coloquial o que eu adoro!. Vale muito a pena, é extremamente envolvente e cativante. O tipo de livro que você se pega com o coração acelerado pra saber o que vai acontecer depois.

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 Obviamente, o livro é um milhão de vezes melhor que o filme. Há muito tempo deixei de assistir filmes baseados em livros com altas expectativas. O filme é ok, apenas. Aparentemente teve baixo investimento e houveram diversas falhas. Muitas vezes, as cenas me passaram a sensação de estarem incompletas, entende? De faltar alguma coisinha. Os atores, provavelmente pela falta de experiência, têm uma atuação que deixa a desejar, apesar de serem muito adequados esteticamente falando. O filme consegue passar a essência dos Capitães, mas não o suficiente. Basicamente, o filme não é o suficiente. Eu sinceramente não recomendo se você não leu o livro; serve como um bom complemento da leitura, mas com a falta do livro, não rola muito.

 Acho que é isso, gente. A obra de Jorge Amado me surpreendeu muito e com certeza merece uma chance de vocês. ♥